O que os clientes descrevem depois de trabalhar com a Serralto
Relatos de fabricantes e distribuidores do Rio Grande do Sul que passaram por algum dos nossos programas.
← Voltar ao InícioDepoimentos de clientes
Fizemos a Revisão de Prontidão antes de decidir se avançaríamos com exportações regulares. O relatório foi objetivo — mostrou dois pontos que não tínhamos mapeado e um que achávamos problema mas não era. Isso ajudou bastante na decisão. Voltamos depois para o programa de estruturação.
O programa de estruturação levou as oito semanas previstas. O que mais valeu foram as oficinas — o pessoal da equipe saiu com as rotinas na cabeça, não só no papel. Tivemos algumas rodadas de ajuste nos checklists antes de validar, o que foi trabalhoso mas necessário. Hoje o fluxo funciona sem depender de uma pessoa só.
Precisávamos de alguém que entendesse operação de exportação sem tentar fazer câmbio e desembaraço junto. A Serralto foi clara sobre o que cobre e o que não cobre desde o primeiro contato. Isso facilitou muito porque já tínhamos despachante — só faltava a estrutura interna, que era exatamente o que o programa entregou.
Participei do programa de entrada em mercado para estruturar nossa operação no Chile. O mapa de mercado foi útil e bem fundamentado nas fontes usadas. O plano operacional precisou de dois ajustes ao longo das sessões mensais — o que é esperado. No geral, a metodologia funcionou e hoje temos um distribuidor operando lá.
O trabalho com os documentos foi o ponto mais forte — saímos com modelos que cobrem os casos que tínhamos, mais alguns que não tínhamos mapeado. A coordenação com o despachante ficou mais fluida porque a nossa parte chegava mais organizada. O treinamento da equipe demorou um pouco mais do que previsto, mas foi concluído dentro do prazo total.
Fizemos a Revisão de Prontidão e, com base no relatório, decidimos que não precisávamos do programa completo — ajustes menores resolviam. A Serralto não insistiu em vender mais. Isso deixou uma boa impressão e certamente voltaremos se surgir algo maior.
Como o trabalho se desenvolveu em campo
Fabricante de componentes industriais — estruturação em oito semanas
A empresa já tinha um comprador na Argentina mas os embarques dependiam de um único colaborador que acumulava documentação, comunicação com o despachante e rastreamento. A saída dessa pessoa criaria um vácuo operacional sem solução clara.
Mapeamento do fluxo atual, identificação dos passos que só aquele colaborador executava e redistribuição das responsabilidades com rotinas escritas. Treinamento de dois outros funcionários nas etapas críticas. Modelos de documento padronizados para reduzir variação entre embarques.
Três pessoas habilitadas a executar o fluxo. Checklists que reduziram os erros de documentação nos embarques seguintes. Comunicação com o despachante mais estruturada, com menos chamadas por dúvidas de última hora.
Processadora de alimentos — primeiro distribuidor no Paraguai
Empresa com interesse claro no mercado paraguaio mas sem mapa da operação necessária. Tentativa anterior de entrar no mercado travou por falta de estrutura para sustentar relacionamento com distribuidor — pedidos chegaram, mas a logística de atendimento não acompanhou.
Pesquisa de mercado com fontes públicas e setoriais; framework de avaliação de distribuidores aplicado a quatro candidatos identificados pelo próprio cliente; modelo operacional de atendimento internacional; planejamento de fornecimento para ciclos mais longos. Acompanhamento mensal nos dois primeiros trimestres.
Um distribuidor selecionado e operando. Fluxo de pedidos e reposição estabelecido. Dois ajustes no plano realizados durante as sessões mensais — um por mudança no ciclo de compra do distribuidor, outro por questão de embalagem identificada no mercado local.
Distribuidora de insumos — revisão antes de decidir
Diretoria estava avaliando se havia condições internas para atender clientes uruguaios que haviam demonstrado interesse. A incerteza era se a operação existente suportaria os volumes e se haveria muito a adaptar.
Revisão das práticas de embalagem e rotulagem frente ao que o destino exige; levantamento dos passos operacionais de um embarque rodoviário para o Uruguai; mapeamento das funções que precisariam absorver novas responsabilidades.
Com o relatório em mãos, a diretoria decidiu avançar — dois dos três pontos levantados tinham solução simples, e o terceiro foi encaminhado a um especialista em regulamentação fitossanitária. A empresa fez a primeira venda ao Uruguai dois meses depois, com despachante já identificado.
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